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| Taça da Copa do Mundo Feminina é exibida no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Foto - Thais Magalhães/CBF |
A Copa do Mundo da FIFA 2026 chegou ao fim, e o Brasil já se prepara para receber um dos maiores eventos esportivos do planeta. Entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, o país sediará pela primeira vez a Copa do Mundo de Futebol Feminino, que também terá sua edição inaugural na América do Sul.
As 64 partidas serão disputadas em oito capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A expectativa, segundo a FIFA, é de que o torneio mobilize entre 3 milhões e 4 milhões de torcedores e visitantes estrangeiros, com impactos que devem ultrapassar os estádios e alcançar diferentes setores da economia.
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| Foto - Paulo Pinto/Agência Brasil |
Mas, afinal, o país está preparado para atender uma demanda tão alta de estrangeiros? A comunicação em inglês ainda é um desafio para grande parte dos brasileiros. Estudos do setor de educação indicam que cerca de 5% da população possui algum conhecimento do idioma e apenas 1% é fluente em inglês. Na prática, situações simples do dia-a-dia, como informar um horário, explicar um trajeto ou apresentar um cardápio, podem se transformar em barreiras no atendimento e frustrar os visitantes.
Para Reginaldo Kaeneêne, CEO e fundador da KNN Idiomas Brasil, uma das maiores redes de escolas de idiomas do país e que oferece cursos de inglês com metodologia própria (saiba mais aqui), a chegada de milhões de visitantes exige, antes de tudo, a consciência da importância desse fluxo internacional para a economia. E, por isso, os profissionais devem estar preparados para oferecer um atendimento mais eficiente e seguro.
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| Estádio Beira Rio, Porto Alegre (RS). Foto - Esther Fischborn |
“Receber pela primeira vez uma Copa do Mundo Feminina é motivo de orgulho para todos nós e uma oportunidade de mostrar ao mundo a hospitalidade brasileira. O evento deve movimentar hotéis, restaurantes, transportes, comércio e uma ampla cadeia de serviços. Para aproveitar esse potencial, precisamos preparar os profissionais que estarão na linha de frente, para que consigam orientar os visitantes, apresentar seus produtos e serviços e transmitir segurança no atendimento”, afirma.
Segundo Reginaldo, não é necessário falar inglês com fluência completa para prestar um atendimento inicial. O aprendizado pode começar por expressões ligadas à rotina de cada profissão, como localização, preços, horários, alimentação, formas de pagamento, transporte e situações de emergência. “Além de melhorar a experiência dos visitantes, o conhecimento do inglês pode ajudar os profissionais a ampliar vendas, evitar falhas de comunicação e aproveitar as oportunidades geradas pelo torneio”, conclui.



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