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| Foto - Haroldo Saboia |
Nos dias 23 e 24 de maio, o Festival Metrópole chega à sua 4ª edição ampliando sua ocupação cultural pelo centro de São Paulo. Depois de nascer e consolidar-se na Galeria Metrópole, o festival agora passa a ocupar integralmente outros espaços icônicos do centro de São Paulo, deixando de acontecer dentro da própria galeria e expandindo sua programação para ruas, edifícios históricos e equipamentos culturais da região. A nova configuração transforma o entorno em um grande circuito criativo voltado à arte, design, música, gastronomia, moda, cultura independente e empreendedorismo autoral.
A programação gratuita ocupa a Biblioteca Mário de Andrade, Avenida São Luís, Rua Basílio da Gama, Basílio 177 e os arredores, conectando diferentes iniciativas criativas e fortalecendo um movimento que vem reposicionando o centro paulistano como território de cultura, encontro e economia criativa.
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| Foto - Haroldo Saboia |
Idealizado e produzido pela artista e articuladora cultural Ju Amora, o festival transforma o centro em uma experiência de circulação urbana, estimulando encontros, novas conexões entre criadores independentes e formas de ocupação da cidade.
“Quando o Festival Metrópole nasceu, a ideia era justamente mostrar a potência criativa que existia dentro da Galeria Metrópole. Com o tempo, percebemos que isso já estava extrapolando os limites do edifício e contaminando positivamente o entorno. Esta edição representa exatamente esse movimento de expansão, ocupando o centro com ações que ajudam a construir uma nova relação das pessoas com a cidade”, afirma Ju Amora.
Circuito criativo ocupa diferentes pontos do centro
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| Prédio Basílio 177 participa da programação. Foto - Divulgação |
Entre as novidades desta edição está a ocupação do Jardim Contemplativo da Biblioteca Mário de Andrade, que recebe oficinas gratuitas e experiências voltadas ao fazer manual, à criação artística e ao bem-estar. A programação acontece em parceria com a Modelarte, iniciativa idealizada por Amanda Potter, reunindo experiências em cerâmica, criação de acessórios, experiências florais e oficinas conduzidas por artistas independentes
A programação também reúne ceramistas como Veridiana Mana, Nat Scromov, Corcione e Jardim da Mi, com atividades que transitam entre modelagem manual, criação de acessórios, experiências sonoras, composição floral e processos artesanais contemporâneos. A proposta da ocupação é criar uma espécie de respiro criativo em meio ao fluxo intenso do centro, aproximando o público de experiências manuais, trocas presenciais e processos artísticos que valorizam os encontros e a produção independente.
Na Avenida São Luís, entre a Galeria Metrópole e a Biblioteca Mário de Andrade, o público encontrará duas grandes feiras ao ar livre até meia noite. A tradicional Feira de Discos de Vinil de São Paulo que, com mais de 60 expositores é considerada a maior do segmento no país e reúne colecionadores, expositores e amantes da música. Já a feira C.U.B.A. apresenta uma curadoria voltada à moda circular, brechós, antiquários e iniciativas de upcycling, reunindo 60 expositores ligados ao consumo consciente e à sustentabilidade.
Economia criativa, empreendedorismo e ocupação urbana
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| Foto - Haroldo Saboia |
A poucos metros dali, o público poderá atravessar a Galeria Metrópole até chegar ao edifício Basílio 177, importante marco histórico das telecomunicações paulistanas que atualmente passa por um processo de revitalização. Construído entre 1938 e 1939 em estilo art déco pelo escritório Ramos de Azevedo, o espaço recebe parte significativa da programação desta edição.
No Basílio 177 acontecem as feiras Barbotina, dedicada à cerâmica independente e ao fazer manual; Pública Risotropical, voltada à arte impressa, gravuras, zines e pôsteres; Mercado do Bem, feira criativa focada em produções autorais e pequenos empreendedores; e Gosto.SA - Sabor Artesanal, dedicada à gastronomia artesanal e aos pequenos produtores, que acontece pela primeira vez dentro do festival.
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| Visitantes podem participar de oficinas gratuitas de cerâmica. Foto - Divulgação |
Também há a estreia do Mercado do Bem amplia a presença de pequenos empreendedores e marcas autorais dentro do Festival Metrópole. A feira reúne produções artesanais, moda, objetos e iniciativas ligadas ao consumo consciente, reforçando o caráter colaborativo e criativo que vem redesenhando a ocupação cultural do centro de São Paulo.
Para Ju Amora, o crescimento do festival acompanha também um movimento mais amplo de transformação do centro de São Paulo a partir da cultura e da presença de criadores independentes.
“Existe uma nova geração olhando novamente para o centro como um lugar possível de encontro, criação e permanência. O Festival Metrópole nasce muito conectado a esse movimento. A gente vê artistas, pequenos empreendedores, feiras independentes e espaços culturais ajudando a reconstruir novas dinâmicas para a região. O festival acaba funcionando como uma espécie de catalisador dessa energia criativa que já existe aqui”, afirma.
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| Foto - Haroldo Saboia |
Ainda na Rua Basílio da Gama, o festival recebe uma intervenção urbana realizada pela Preserva Barueri, empresa reconhecida por ocupações paisagísticas e soluções sustentáveis de plantio,. No festival, utilizando espécies nativas, a ideia é integrar áreas de convivência, elementos naturais e experiências de permanência que dialogam diretamente com a ideia de um centro mais humano, acolhedor e conectado às pessoas, reforçando o caráter urbano e coletivo do Festival.
Ao ocupar ruas, edifícios históricos e espaços culturais do centro, o Festival Metrópole transforma a região em um grande percurso de encontros, circulação e descoberta, aproximando o público de artistas, feiras, pequenos negócios e iniciativas que ajudam a construir novas dinâmicas para a cidade.
Confira abaixo mais detalhes da programação:
Data - 23 e 24 de maio - sábado e domingo
Horário - das 10h às 18h
Inscrições para as oficinas via Sympla (clique aqui)
Em parceria com a Modelarte, o espaço recebe oficinas gratuitas voltadas ao fazer manual, à criação artística e ao bem-estar, aproximando o público de experiências em cerâmica, composição floral, acessórios e práticas artesanais contemporâneas.
Data - 23 de maio - sábado
Criatividade Solta - Cerâmica
Com a.pottery
Horário - 10h30 às 12h
Oficina Floral
Com Jardim da Mi
Horário - das 10h30 às 12h
Oficina de Criação de Acessórios em Porcelana
Com Veridiana Mana
Horário - das 12h30 às 14h
Oficina Floral (Turma 2)
Com Jardim da Mi
Horário - das 14h30 às 16h
Construção de Apitos em Cerâmica
Com Nat Scromov
Horário - das 15h às 18h
Data - 24 de maio - domingo
Criatividade Solta - Cerâmica
Com a.pottery
Horário - das 10h30 às 12h
Oficina Floral
Com Jardim da Mi
Horário - das 10h30 às 12h
Oficina de Criação de Acessórios em Porcelana
Com Veridiana Mana
Horário - das 12h30 às 14h
Oficina Floral (Turma 2)
Com Jardim da Mi
Horário - das 12h30 às 14h
Flauta de Barro em Formato de Pingente
Com Corcione
Horário - das 14h30 às 17h30
Avenida São Luís
Data - 23 de maio - sábado
Horário - das 12h às 00h
Data - 24 de maio - domingo
Horário - das 10h às 18h
A avenida recebe duas grandes feiras ao ar livre: a tradicional Feira de Discos de Vinil de São Paulo, considerada a maior do segmento no país, além da feira C.U.B.A., dedicada à moda circular, brechós, antiquários e iniciativas de upcycling.
Basílio 177
Data - 23 de maio - sábado
Horário - 12h às 20h
Data - 24 de maio - domingo
Horário - 10h às 18h
O edifício histórico recebe parte significativa da programação do festival, reunindo diferentes feiras e iniciativas voltadas à produção independente, arte impressa, gastronomia e economia criativa.
- Barbotina - Feira dedicada à cerâmica independente e ao fazer manual, aproximando público e artistas por meio de peças autorais e demonstrações ao vivo.
- Pública Risotropical - Feira de arte impressa que reúne gravuras, pôsteres, zines e produções gráficas independentes.
- Mercado do Bem - Feira criativa voltada a marcas autorais, produções artesanais e iniciativas ligadas ao consumo consciente.
- Gosto.SA - Sabor Artesanal - Feira gastronômica dedicada a pequenos produtores e experiências culinárias artesanais.
Intervenção paisagística - Rua Basílio da Gama
Durante os dois dias de festival, o público poderá acompanhar a intervenção paisagística assinada por Eduardo Pazian, conhecido como “o jardineiro do centro”, criando áreas de convivência e permanência em meio ao circuito cultural do evento.







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