A Fabulosa Máquina do Tempo é selecionado para a competição do É Tudo Verdade

Foto - Divulgação

Depois de passar pelo Festival de Berlim, longa de Eliza Capai tem première brasileira no principal festival de documentários da América Latina, que acontece de 09 a 19 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro

Após lotar sessões em sua première mundial no Festival de Berlim, A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai (Espero tua (Re)volta), é selecionado para o É Tudo Verdade, principal festival de documentários da América Latina, que acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre 09 e 19 de abril. O longa integra a Competição Brasileira de Longas ou Médias-Metragens, que garante a seus vencedores a chance de concorrer a uma vaga nas categorias de documentários no Oscar.

“Embora o filme se passe inteiro na cidade de Guaribas, Piauí, ‘A Fabulosa’ tem múltiplas camadas que revelam a complexidade da sociedade brasileira hoje. Então estou muito curiosa para saber como será a recepção dele aqui, o quanto emocionará. E, claro, estou muito feliz de que teremos as sessões juntando toda a equipe do filme para celebrar no coletivo, este filme que foi feito por todos nós como se fosse uma grande brincadeira cinematográfica,” declara a diretora sobre a expectativa de apresentar o documentário para o público brasileiro.

A seleção do filme para o É Tudo Verdade marca o retorno de Eliza Capai para o festival, que, em 2023, concedeu-lhe os prêmios de Melhor Longa e Melhor Montagem (edt) para Incompatível com a Vida.

Rodado no Piauí, o longa acompanha de perto um grupo de meninas, que, através de conversas e brincadeiras, revelam um universo lúdico que dialoga diretamente com temas que vão desde a complexidade do casamento e das diferenças de gênero até as alegrias da infância.

A Fabulosa Máquina do Tempo é uma produção da Amana Cine em coprodução com Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil e apoio da Riofilme. A realização do filme contou com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) - Ancine/BRDE. A distribuição nos cinemas brasileiros fica por conta da Descoloniza Filmes e as vendas internacionais com a Split Screen.

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