Festival Internacional Paideia de Teatro chega à 20ª edição


A programação reúne artistas do Brasil, Alemanha, Suíça e Argentina, com diferentes gerações e perspectivas sobre a infância e a juventude, trazendo 15 espetáculos e oito atividades formativas, entre oficinas, mesas de reflexão, encontro e palestra

Reunindo artistas de quatro países (Brasil, Alemanha, Suíça e Argentina) e quatro estados brasileiros (São Paulo, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal), a Cia. Paideia de Teatro realiza a 20ª edição do Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude: Uma Janela para a Utopia, de 26 de setembro a 01 de outubro, com ingressos gratuitos.

Por meio de espetáculos, oficinas e mesas de discussão, o evento busca fortalecer o teatro para crianças e jovens, promovendo a solidariedade, a colaboração e a troca de experiências. As atrações acontecem em quatro espaços: Teatro Paideia, Sesc Santo Amaro, Centro Cultural Santo Amaro e Teatro Paulo Eiró . A 20ª edição do Festival é realizada em parceria com o Sesc Santo Amaro e conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo

“Nesses 28 anos de trabalho com e para crianças e jovens, foram 20 anos de troca de experiências com artistas e educadores de várias partes do mundo. Aprendemos e nos desenvolvemos tanto quanto contribuímos para o trabalho de outras companhias. Sempre entendemos que a arte e o teatro são necessários para o desenvolvimento saudável, criativo, corajoso e tolerante do ser humano. Queremos que o Festival seja um lugar de encontro, festa, reflexão, troca de experiências, intercâmbio e contemplação. Chegar à 20ª edição, diante dos desafios enfrentados pela Cultura, reafirma nossa convicção de que o trabalho com e para crianças e jovens é prioritário e precisa continuar existindo”, conta Aglaia Pusch, curadora e diretora do Festival.

No total, a programação traz 15 espetáculos e oito atividades formativas, entre oficinas, mesas de reflexão, encontro e palestra, criando uma programação que atravessa diferentes linguagens, como teatro, teatro de formas animadas, palhaçaria, dança, música, movimento e teatro documental. As obras abordam temas como identidade, pertencimento, memória, liberdade, sexualidade, relações familiares, infância, juventude, conflitos, deslocamentos, meio ambiente, trauma e resiliência, aproximando experiências brasileiras e internacionais.

“Comemorar a 20ª edição do Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude: Uma Janela para a Utopia é também invocar a memória das experiências que nos transformaram enquanto artistas e companhia de teatro. A cada edição, refletimos sobre nosso papel na construção da infância e da juventude de hoje. Abrimos a janela para esse ‘não-lugar’ onde vive aquilo que está latente, esperando o momento de ganhar forma, e voltamos o olhar para as criações às quais artistas deram vida ao longo de duas décadas. É justamente nesse espaço entre passado e futuro que nos encontramos”, ressalta Ana Luiza Junqueira, diretora da Cia. Paideia de Teatro.

Atrações internacionais

Cena do espetáculo PU, der Bär. Foto - Divulgação

Da Suíça, o Figurentheater Margrit Gysin apresenta PU, der Bär (PU, o urso), no Teatro Paideia. Inspirado livremente nas histórias de Winnie Pooh, o espetáculo utiliza o teatro de formas animadas para acompanhar as aventuras do ursinho Pooh e seus amigos, valorizando a imaginação e a percepção da felicidade nas pequenas experiências cotidianas.

A Alemanha participa com três produções. The Drop (Queda livre), do D’haus Düsseldorfer Schauspielhaus, ocupa o Teatro Paulo Eiró e parte de questões relacionadas aos medos, sonhos e experiências de jovens que passaram pela Pandemia de Covid-19 e se perguntam como seriam suas vidas se ela não tivesse existido. A dramaturgia do espetáculo pertence aos renomados autores alemães Lutz Hübner e Sarah Nemitz, e a premiada diretora holandesa Liesbeth Coltof assina a direção.

Cena de Blooom do T4Garoupas. Foto - Oliver Streamer

Blindekuh mit dem Tod (A brincadeira da Cabra Cega com a morte), do D’haus Düsseldorfer Schauspielhaus, apresentado no Teatro Paideia, recupera as memórias de crianças judias de Czernowitz antes e durante a Segunda Guerra Mundial. A montagem coloca em primeiro plano a perspectiva infantil diante da perseguição, dos sonhos interrompidos e da sobrevivência, relacionando a ideia de uma infância roubada a conflitos que ainda atingem crianças em diferentes partes do mundo. Já Blooom, do Teatro 4Garoupas, no Sesc Santo Amaro e no Teatro Paideia, trabalha com dança e movimento e investiga transformações, encontros e possibilidades de criação a partir do corpo.

A Argentina completa o recorte internacional com Tengo una muñeca en el ropero (Tenho uma boneca no guarda-roupa), do Grupo de Teatro Buenos Aires de la Universidad Popular de Belgrano, no Centro Cultural Santo Amaro, que acompanha as memórias de infância de Julián e seu processo de enfrentamento da homossexualidade diante da família e dos amigos.

Atrações nacionais

Cena de Memorável - Histórias Notáveis, dos Palhaços Sem Fronteiras. Foto - Ricardo Avelar

A programação brasileira reúne trabalhos de diferentes regiões e linguagens. De São Paulo, Sonho e Ohnos, da Caixa de Imagens, presta homenagem ao bailarino japonês Kazuo Ohno em uma experiência sem palavras que aproxima o teatro de formas animadas e butoh. Também do estado, Memorável - Histórias Notáveis, dos Palhaços Sem Fronteiras, utiliza palhaçaria e ludicidade para recuperar experiências vividas pela organização em áreas de risco e instabilidade.

A infância e a juventude aparecem ainda relacionadas à construção da identidade e à busca por autonomia. Chilique, da Turma 76 (EAD/ECA/USP), integra a programação paulista, enquanto Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu, da Trupe de Truões, de Uberlândia (MG), acompanha um adolescente que procura encontrar liberdade para ser quem é, questionando padrões impostos. O espetáculo dialoga com a pesquisa do grupo sobre temas relacionados à infância e à juventude e à linguagem da palhaçaria. Já o Pará é representado por Las Cabaças, de Alter do Chão, com O Dia da Caça e Semi-breve, trabalhos que integram a pesquisa do grupo sobre palhaçaria, escuta, humor e crítica social.

A Menina dos Olhos d’Água, do Coletivo Gompa. Foto - Adriana Marchiori

Completam a presença nacional O Concerto - Palhaçaria para Bebês, do Grupo de Teatro e Circo Celeiro das Antas, de Brasília (DF), voltado à primeira infância; Um dia, um rio, do Grupo 59 de Teatro, de São Paulo; e A Menina dos Olhos d’Água, do Coletivo Gompa, de Porto Alegre (RS). Este último combina teatro de formas animadas e teatro documentário multimídia para abordar pertencimento, exílio, deslocamento, perda e superação, a partir da experiência de uma criança diante de catástrofes ambientais e do fenômeno dos refugiados climáticos.

A programação nacional inclui ainda Adivinhona, da Cia. Paideia de Teatro, o mais recente trabalho do grupo, que encerra o festival com uma narrativa inspirada nos contos de artimanha da cultura brasileira, protagonizada por uma personagem que enfrenta o poder por meio da inteligência e da criatividade.

Atividades formativas

A programação formativa começa com três oficinas no Teatro Paideia:
  • Princípios da Palhaçaria  - uma Vivência Prática, com Juliana Balsalobre e Marina Quinan, do grupo Las Cabaças, propõe exercícios corporais, jogos, improvisações e práticas de presença para investigar a comicidade, a escuta e a relação com o outro.
  • O corpo como bússola - sentir, querer, consentir, com Caroline Amanda, da Yoni das Pretas, parte do corpo como território de percepção, autonomia e expressão, articulando sexualidade, raça, gênero e subjetividade.
  • Cabra Cega - conduzida por Matthias Richter, Reinaldo Nascimento e Stefan Fischer-Fels, parte de experiências de crianças e jovens em contextos de conflito para discutir memória, sobrevivência e as possibilidades de criação de narrativas a partir dessas vivências.
The Drop (Queda livre), do D’haus Düsseldorfer Schauspielhaus, integra ainda a programação formativa do festival, com uma oficina conduzida pela diretora holandesa Liesbeth Coltof e os dramaturgos alemães Lutz Hübner e Sarah Nemitz. A atividade retoma as experiências vividas durante a preparação do espetáculo e propõe uma reflexão sobre resiliência. Os artistas alemães ainda estão à frente da palestra The Drop - O que nos arruinou tanto?

O festival também promove espaços de debate e intercâmbio. A mesa Infâncias em zonas de conflito, com Aline Moreno (Fundadora e diretora executiva do Palhaços Sem Fronteiras Brasil) e Reinaldo Nascimento (Cofundador e presidente da Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil) e mediação da diretora e atriz Ana Luiza Junqueira, discute as condições enfrentadas por crianças e jovens em situações extremas e o papel das ações artísticas e pedagógicas na criação de espaços para imaginar outras possibilidades.

Já a mesa A narrativa da identidade homossexual em cena, com artistas do grupo argentino Grupo de Teatro Buenos Aires e da brasileira Trupe de Truões, debate a construção da identidade homossexual de adolescentes e jovens a partir dos espetáculos Tengo una muñeca en el ropero e Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu. O Encontro com a ASSITEJ Brasil abre espaço para discutir o perfil atual da associação, seus desafios e as alianças necessárias para fortalecer o teatro para crianças e jovens.

Sobre a Cia. Paideia de Teatro

Cena de Adivinhona, o mais recente trabalho do grupo. Foto - Alma Rosales

Desde a sua fundação, em 1998, a Cia. Paideia cria espetáculos para a infância e juventude. Suas narrativas, sempre construídas a partir do protagonismo da criança, cavaram um espaço onde a voz de novas gerações pudesse ser ouvida. Ao longo dessas quase três décadas, ampliou seu projeto com o objetivo de alcançar os lugares hoje habitados pela infância e juventude.

Encontrou parceiros fundamentais para esta caminhada partilhada "onde decidimos se amamos nossas crianças o bastante para não expulsá-las de nosso mundo e abandoná-las a seus próprios recursos, e tampouco arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós", como disse Hannah Arendt.

A Cia. Paideia criou fortes laços com artistas que fazem de suas pesquisas o sentido da sua existência no mundo. O Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude: Uma Janela para a Utopia é uma comemoração anual que celebra a infância e a juventude como a vida imprescindível à sociedade.

Ficha técnica
20ª edição do Festival Internacional Paideia de Teatro
Idealização e Realização - Cia. Paideia de Teatro
Curadoria e Coordenação - Aglaia Pusch
Direção Artística - Ana Luiza Junqueira
Coordenação de Produção - Luísa Crobelatti
Equipe de Produção - Anthea Marckmann, Thiago Reimberg, Lai Machado e Ana Carol Yamamoto
Apoio à Produção - Léo Brito
Coordenação Financeira - Raquel Souza
Direção Técnica - Rogério Modesto
Equipe Técnica - Montagem de espetáculos: Fernando Fonseca, Juarez Adriano, Marcelo Richard e Rodrigo Abreu
Chefe de Cozinha - Fabiano Roldão
Assistente de Cozinha - Ingra Ribeiro e Kelvin Tertuliano
Coordenação de Alimentação - Ana Luiza Junqueira
Coordenação da Cozinha - Viti Machado
Apoio à Cozinha - Carmelita Fernandes Tavares e Nadir Pedroza
Coordenação do Café Paideia - Bianca Alves. Lola Nicoleti, Léo Brito e Mavi Santos
Lojinha da Paideia - Nathalia Oliveira e Mayara Kelly
Desenvolvimento de Produtos e Merchandising - Mayara Kelly
Tradução - Christine Röhrig
Apoio à Tradução - Ana Luiza Junqueira, Margot Lohn e Suzana Azevedo
Legendagem - João Figueiredo, Marcos Iki e Mariano Gonzalez
Coordenação de Comunicação - Margot Lohn
Organização de Material - Suzana Azevedo
Programador de Site - Guilherme Felinto
Apoio ao Site - Enric Granzotto Llagostera
Assessoria de Imprensa - Adriana Balsanelli e Renato Fernandes
Vídeos de Divulgação - Hans Marin
Vinhetas - Birgit Schöne (Arte Visual), Hans Marin (Animação), Margot Lohn (Música) e David Kullock (Assobio)
Equipe de Mídias Sociais - Giovanna Guimarães (Designer) e Tamara Rodrigues (Social Media)
Ilustração da Capa do Festival - leda Romero e Geninho Galvão
Fotografia - Dani Sandrini
Registros - João Figueiredo, Tamara Rodrigues e Yohanna Rodrigues
Coordenação de Bilheteria - João Figueiredo
Contato com Escolas e Instituições - Suzana Azevedo
Apoio Voluntário - Cíntia Donatelli
Apoio Geral - Jovens e Professores das Vivências Teatrais da Paideia
Cia. Paideia de Teatro - Aglaia Pusch, Ana Luiza Junqueira, Guilherme Felinto, João Figueiredo, Luísa Crobelatti, Margot Lohn, Rogerio Modesto e Suzana Azevedo

Serviço
20ª edição do Festival Internacional Paideia de Teatro
Período - de 26 de setembro a 01 de outubro
Ingressos gratuitos
Para mais informações acesse o site aqui

Locais

Teatro Paideia
Endereço - Rua Darwin, 153 - Jardim Santo Amaro - São Paulo
Informações 11 94123-1727

Sesc Santo Amaro
Endereço - Rua Amador Bueno, 505 - Santo Amaro - São Paulo
Informações 11 5541-4000

Centro Cultural Santo Amaro
Endereço - Av. João Dias, 822 - Santo Amaro - São Paulo
Informações 11 98397-3660

Teatro Paulo Eiró
Endereço - Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro, São Paulo
Mais informações 11 5546-0449

Oficinas


Princípios da Palhaçaria - Uma Vivência Prática
Com Juliana Balsalobre e Marina Quinan - Grupo Las Cabaças
Data - 26 de setembro - sábado
Horário - 09h
Duração - 120 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 14 anos

A oficina propõe um encontro prático com os fundamentos da linguagem da palhaçaria, oferecendo um espaço de experimentação, escuta e criação coletiva. A partir de exercícios corporais, jogos, improvisações e práticas de presença, os participantes são convidados a investigar o estado de disponibilidade necessário ao jogo da palhaça, do palhaço, de palhace, descobrindo sua comicidade singular por meio da relação com o outro. Mais do que buscar o "engraçado", a oficina investiga a potência do encontro, da vulnerabilidade e da escuta como elementos essenciais da criação cômica.


O corpo como bússola: sentir, querer, consentir
Com Caroline Amanda
Comunidade - Yoni das Pretas
Data - 26 de setembro - sábado
Horário - 09h
Duração - 180 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 14 anos

Uma experiência de investigação do corpo como território de percepção, autonomia, relação e expressão. A oficina convida jovens a aproximarem-se de seus corpos como fontes de conhecimento sobre si, sobre os outros e sobre o mundo, articulando sexualidade, raça, gênero, subjetividade e expressão a partir de uma perspectiva de cuidado, autonomia e dignidade.


Cabra Cega
Com Matthias Richter, Reinaldo Nascimento e Stefan Fischer-Fels (Alemanha/Brasil)
Idioma - Alemão (com tradução para o português)
Data - 28 de setembro - segunda-feira
Horário - 16h
Duração - 120 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 14 anos

A oficina propõe a problematização de questões etnico-raciais a partir de histórias documentadas sobre quatro crianças judias de Czernowitz, atual Ucrânia, que sobreviveram ao holocausto e experiências do pedagogo da emergência Reinaldo Nascimento, que desenvolveu trabalhos com crianças e jovens no Quênia, Faixa de Gaza, Iraque, México, Colômbia, Moçambique, Turquia, Ucrânia e Egito, dentre outros. O que lhes dá força para sobreviver? A pergunta será transposta aos participantes, convidando-os a tecer narrativas a partir de suas experiências e distintas realidades.


The Drop - Medos, sonhos e vivências na pandemia
Com Liesbeth Coltof, Lutz Hübner e Sarah Nemitz (Holanda/Alemanha)
Idioma - Inglês (com tradução para o português)
Data - 29 de setembro
Horário - 19h
Duração - 120 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 14 anos

Nesta oficina, o assunto abordado é a pandemia - como você viveu esse período? O que você sonhou? Do que você teve medo?

Mesas de Reflexão


Infâncias em zonas de conflito
Com Aline Moreno e Reinaldo Nascimento
Mediação - Ana Luiza Junqueira
Data - 26 de setembro - sábado
Horário - 18h
Duração - 60 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 12 anos

A partir da experiência de Aline Moreno no Palhaços sem Fronteiras e de Reinaldo Nascimento com a Pedagogia da Emergência, a mesa propõe uma reflexão a respeito da infância e juventude em zonas de conflito. Quais condições específicas de desenvolvimento crianças e jovens enfrentam ao crescerem em regiões ou situações extremas? Qual a urgência de ações artísticas e pedagógicas que abram espaços lúdicos por meio dos quais possam imaginar possibilidades para além de suas realidades imediatas?


A narrativa da identidade homossexual em cena
Com Grupo de Teatro Buenos Aires de la Universidad Popular de Belgrano (Julián Sierra e María Inés Falconi) e Trupe de Truões (Ricardo Augusto e Ronan Vaz)
Mediação - Cleiton Echeveste
Data - 27 de setembro - domingo
Horário - 18h30
Duração - 60 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 12 anos

A mesa propõe ampliar as discussões sobre as temáticas apresentadas em cena nos espetáculos Jhuca Tchutchuca em: esse sou eu e Tengo una muñeca en el ropero. Ambos abordam a construção da identidade homossexual de adolescentes e jovens. A reflexão pretende aproximar o público de narrativas ainda coibidas por uma sociedade bastante conservadora, dando protagonismo a experiências de vida diversas da hegemônica.

Encontro


Encontro com a ASSITEJ Brasil
Data - 29 de setembro - terça-feira
Horário - 16h
Duração - 60 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - 12 anos

A atividade apresentará - e também abrirá espaço para discussão sobre - propostas da ASSITEJ Brasil (Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude) no campo das artes cênicas para crianças e jovens. Algumas indagações orientam esta ação: aos 30 anos de existência, qual é hoje o perfil da nossa Associação? Quais futuros desejamos construir, para nós criadoras/es e para nossos públicos?

Palestra


The Drop - O que nos arruinou tanto?
Com Lutz Hübner e Sarah Nemitz (Alemanha)
Data - 30 de setembro
Horário - 16h
Duração - 90 minutos
Idioma - alemão com tradução para o português
Local - Teatro Paideia
Classificação - 12 anos

Os jovens de 14 anos que saíram da crise em 2022 perderam praticamente tudo o que se deve viver entre os 12 e os 14 anos. Após o fim da pandemia, foram convidados a recuperar rapidamente toda a matéria escolar e, ao mesmo tempo, foram considerados smombies (zumbis de smartphones), porque durante dois anos tentaram desesperadamente manter sua vida social. Ao mesmo tempo, foram encorajados a não levar tudo isso a sério e, caso entrassem em colapso psicológico por causa do lockdown e de todas as crises que se seguiram, foram solicitados a cerrar os dentes.

Espetáculo Teatrais


Pu, der Bär (Pu, o urso)
Com Figurentheater Margrit Gysin (Suíça)
Idioma - alemão (com tradução para o português)
Local - Teatro Paideia
Data - 26 e 29 de setembro
Horário - sábado, às 11h e terça, às 15h
Bate-papo após o espetáculo - dia 26 de setembro
Horário - 11h
Local - Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade
Data - 28 de setembro
Horário - 10h
Duração - 45 minutos
Classificação - indicado para crianças a partir dos 5 anos

As histórias engraçadas e cheias de fantasia de Winnie Pu e seus amigos são inspiradas nos bichinhos de pelúcia dos quartos das crianças. Pu, o ursinho que adora mel, vive aventuras malucas com o Leitão, o Coelho, o Burro, a Coruja e o Canguru. Diante das coisas mais inacreditáveis, Pu sempre diz “Ahá”.

Ficha técnica
Pu, der Bär (Pu, o urso)
Direção - Andrea Gronemeyer
Dramaturgia - Irene Beeli
Elenco - Margrit Gysin
Cenografia - Vincent Mundschin
Vestido - Yvonne Henzi
Objetos de Cena - Bärbel Haage e Margrit Gysin


Sonho e Ohnos
Data - 26 de setembro
Horário - 15h
Duração - sessões individuais de 4 minutos
Local - Sesc Santo Amaro
Classificação - indicado para crianças a partir dos 8 anos

Sonho e Ohnos apresenta a força lírica do mestre Kazuo Ohno, uma das fontes criadoras da dança butoh, que se define como uma arte da alma e do corpo, que fascina pelo seu poder de síntese da imagem-mensagem cênica. "Era como se eu estivesse vendo Kazuo Ohno. Não era porque se parecesse com ele. Fora o seu tamanho, o boneco naquela penumbra freneticamente forçando os limites do corpo, parecia um grande aventureiro para os meus olhos. Eu acreditei que era Kazuo Ohno", Toshio Mizohata produtor do Instituto Kazuo Ohno.

Ficha técnica
Sonho e Ohnos
Realização - Grupo Caixa de Imagens
Concepção a atuação - Mônica Simões e Carlos Gaucho


Memorável - Histórias Notáveis
Com Palhaços Sem Fronteiras
Data - 26 de setembro - sábado
Horário - 16h
Duração - 60 minutos
Local - Sesc Santo Amaro
Classificação - livre

Memorável é tudo aquilo que merece ser conservado na lembrança. Por meio da palhaçaria e da ludicidade, o espetáculo conta, canta e retrata as ações dos Palhaços Sem Fronteiras e suas aventuras vividas em áreas de risco e de instabilidade. A peça é um convite a crianças, jovens e adultos para que conheçam os Palhaços Sem e revivam momentos mágicos.

Ficha técnica
Memorável - Histórias Notáveis
Direção - Cristiane Paoli Quito
Dramaturgia - Ana Pessoa
Elenco - Aline Moreno, Arthur Toyoshima, Paulo Santos e Tetê Purezempla
Figurino - Claudia Schapira
Iluminação e Cenário - Marisa Bentivegna
Criação e Direção Musical - Tetê Purezempla
Operadora de Luz - Marina Gatti
Operador de Som - Rafael Matede
Comunicação - Mariana Rodrigues
Fotografia - Ricardo Avellar
Produção Executiva - Gisele Tressi
Realização - Palhaços Sem Fronteiras Brasil


Chilique
Com a Turma 76 (EAD/ECA/USP)
Data - 26 de setembro - sábado
Horário - 20h
Duração - 90 minutos
Local - Teatro Paulo Eiró
Classificação - 16 anos

Uma facção de mulheres, inspiradas por Virginia Woolf (Um Teto Todo Seu), questiona o papel da mulher na ficção. Para isso, elas analisam a representação da mulher na obra do autor francês contemporâneo Édouard Louis (Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta). Chilique é o resultado de um processo de criação junto aos alunos do terceiro ano da Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), com coordenação pedagógica de Mariana Senne e Maria Tendlau.

Ficha técnica
Chilique
Direção - Mariana Senne
Dramaturgia - Maria Tendlau
Performers - Ana B, Arami Argüello, Beatriz Galli, Bruna Tovian, Carolayne Coelho, Clarice Chaui, Danc, Danee Amorim, Fernanda Gama, Hérllon De Abreu Ataliba, Hiel, Josi Costa, Kelvin Tertuliano, Lucas Ramos, Lucaz Eusébio, Matheus Salgado, Mirielen Dollvik, Natália Ueda, Otto Furtado, Pedro Máximo e Zahra
Som - Zahra, Maria Tendlau e Raphito Oliveira
Vídeo - Otto Furtado e Bruna Carvalho
Desenho de Luz - Denilson Marques 
Direção de Arte - Jan Brokof e Turma 76
Operadora de Luz - Evelen Castro Sidrim
Produção - Turma 76
Atores Criadores Envolvidos no Processo - Paloma Angelo e Raphito Oliveira


O Concerto - Palhaçaria para Bebês
Com o Grupo de Teatro e Circo Celeiro das Antas (Núcleo Bandeirante/Brasília)
Local - Teatro Paideia
Data - 27 de setembro - domingo
Horário - 11h
Local - Centro Cultural Santo Amaro
Data - 29 de setembro - terça-feira
Horário - 15h
Duração - 40 minutos
Classificação - livre

O espetáculo traz para cena o palhaço Zambelê, um andarilho solitário, que brincando com objetos encontrados, descobre novas possibilidades de se relacionar com os outros, compartilhando suas descobertas. Seu grande momento é quando percebe que pode manipular o som criando ritmos e melodias. Daí, seu próximo passo não poderia ser outro, fazer um concerto.

Ficha técnica
O Concerto - Palhaçaria para Bebês
Roteiro, Direção e Atuação - Zé Regino
Figurino - Luziária Maria e Zé Regino
Iluminação e Operação de Luz e Som - Caio Maciel
Vídeo - Dayanne


Um dia, um rio
Com o Grupo 59 de Teatro
Data - 27 de setembro
Horário - 14h
Duração - 50 minutos
Local - Teatro Paulo Eiró
Classificação - indicado para crianças a partir dos 4 anos

Espetáculo cênico musical que narra a vida de um rio, desde o seu nascimento como um riacho à exuberância de suas águas que desenham lindas paisagens. Ao longo de seu percurso, o rio encontra um grande desafio para preservar suas águas, as formas de vida que ele abriga e as que surgem ao seu redor. A peça é inspirada no livro de mesmo nome, com autoria de Leo Cunha e ilustrações de André Neves, e apresenta um lamento, um grito de socorro tardio de um rio indefeso que não tem como reagir ao ser invadido pela lama da mineração que destrói suas águas. Peça e livro abordam o desastre ambiental que destruiu a Bacia do Rio Doce, em 2015.

Ficha técnica
Um dia, um rio
Direção - Fabiano Lodi
Dramaturgia - Bruno Gavranic e Grupo 59 de Teatro
Elenco - Carol Faria, Fernando Vicente, Gabriel Bodstein, Nathália Ernesto e Jane Fernandes
Direção Musical - Felipe Gomes Moreira e Thomas Huszar
Cenário e Figurinos - Kleber Montanheiro
Assistência em Cenário e Figurinos - Marcos Valadão
Desenho de Luz - Gabriele Souza
Operação de Luz - Sylvie Laila
Técnico de Som - Nicholas Rabinovitch
Pensamento Corporal - Fernando Vicente
Ilustrações - André Neve
Fotos - Pri Fiotti
Produção Executiva - Gabriela Cerqueira
Idealização de Projeto - Carol Faria e Fabiano Lodi
Produtora Associada - Leneus Produtora de Arte
Realização - 59 Produções Artísticas e Culturais


O Dia da Caça
Com Las Cabaças
Data - 27 de setembro
Horário - 16h
Duração - 53 minutos
Local - Sesc Santo Amaro
Classificação - livre

As caçadoras Bifi e Quinan, famintas há 3 dias, passam uma noite na floresta seguindo rastros de bichos e procurando comida. Um misterioso e temido animal as enfeitiça durante o curso da história.

Ficha técnica
O Dia da Caça
Direção - Lily Curcio
Roteiro - Esio Magalhães, Lily Curcio, Juliana Balsalobre e Marina Quinan
Elenco - Juliana Balsalobre e Marina Quinan
Trilha Sonora - Alan Chetto
Efeitos Sonoros - Henrique Rimoli
Iluminação - Edu Brasil
Figurinos - David Taiyu e Sueli Andrade
Adereços - Davi Pantoja, Daniel Salvi, Rafael Pellota e Betania Spangemberg


Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu
Com a Trupe de Truões
Data - 27 e 28 de setembro
Horário - domingo, às 17h30 e segunda, às 10h
Acessibilidade - Libras na sessão de 28 de setembro
Duração - 80 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação -  10 anos

A peça conta a história do palhaço Juca Tchutchuca e de sua rotina de adolescente. A cada dia ele busca a liberdade para ser ele mesmo, sem obedecer a padrões. Até que um dia, após uma crise existencial, Jhuca decide mudar sua história.

Ficha técnica
Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu
Direção - Cássio Machado e Ronan Vaz. 
Dramaturgia - Cássio Machado, Ricardo Augusto e Ronan Vaz
Atuação - Ricardo Augusto
Figurino, Cenografia e Iluminação - Ronan Vaz
Assistente Técnico - Adriel Parreira
Operação de Luz - Ronan Vaz
Produção Musical - Danilo Aguiar
Operação de Som - Cássio Machado
Música Original - Ênio Bernardes
Intérprete (Música Original) - Vitor Hugo
Preparação Corporal - Cássio Machado
Coreografia - Isabela Palhares
Identidade Visual - Carlos Gabriel Ferreira e Gabriel Rodrigues | Folksonomias
Fotografias - Rangel Retratos
Realização - Trupe de Truões


Semi-Breve
Com Las Cabaças
Data - 28 de setembro
Horário - 15h
Duração - 40 minutos
Local - Teatro Paideia
Classificação - livre

Em Semi-Breve a dupla de palhaças Bifi e Quinan fazem uma releitura de cinco números tradicionais da palhaçaria circense: A Pulga, Soldado, Sen-tido!, O Salto no Copo d’água, A Mágica e O Nome dos Santos.

Ficha técnica
Semi-Breve
Criação de Direção - Las Cabaças
Atuação - Juliana Balsalobre e Marina Quinan
Produção - Las Cabaças


Blindekuh mit dem Tod (A brincadeira da Cabra Cega com a morte)
Com a D’haus Düsseldorfer Schauspielhaus (Alemanha)
Data - 28 e 29 de setembro
Horário - segunda, às 19h e terça, às 10h
Duração - 70 minutos
Idioma - alemão com legenda
Local - Teatro Paideia
Classificação - 14 anos

Memórias de quatro crianças judias de Czernowitz antes e durante a Segunda Guerra Mundial: dias felizes, sonhos desfeitos e a sobrevivência no inferno. A brincadeira da Cabra Cega com a morte não é um relato sobre o Holocausto, mas sim sobre uma infância roubada. A perspectiva das crianças está em primeiro plano; para elas, muitas coisas parecem um jogo, quando na verdade são uma realidade amarga e ameaçadora à vida. O pianista concertista ucraniano Yaromyr Bozhenko acompanha cada apresentação ao vivo ao piano.

Ficha técnica
Blindekuh mit dem Tod (A brincadeira da Cabra Cega com a morte)
Baseada na história em quadrinhos de Anna Yamchuck, Mykola Kuschnir, Natalya Herasym e Anna Tarnowezka
Direção - Robert Gerloff. 
Adaptação - Stefan Fischer-Fels e Robert Gerloff
Dramaturgia - Stefan Fischer-Fels
Elenco - Eva Maria Schindele e Leon Wieferich
Pianista - Yaromyr Bozhenko
Cenografia - Maximilian Lindner
Figurino - Nina Kroschinske
Música - Yaromyr Bozhenko, Wasyl Barwinskyj, Levko Rewutskyj e Josyf Elgiser
Composição - Poemas de Selma Meerbaum e Cornelius Borgolte
Iluminação - Benjamin Grunwald
Pedagogia Teatral - Lina Addy


Blooom
Com o Teatro 4Garoupas (Alemanha)
Local - Sesc Santo Amaro
Data - 30 de setembro - quarta-feira
Horário - 10h
Local - Teatro Paideia
Data - 01 de outubro
Horário - 10h
Duração - 50 minutos
Classificação - livre

Conheça Gargadenia, uma garota curiosa que, como Alice no País das Maravilhas, tropeça em um mundo misterioso e surpreendente da natureza. Como as flores ao seu redor, ela quer criar raízes e encontrar seu lugar. Mas o que é realmente necessário para conquistar um mundo estranho?

Ficha técnica
Blooom
Direção e Dramaturgia - Arno Kleinofen Gargardenia e Eugênia Labuhn
Coreografia - Andreas Denk e Eugênia Labuhn
Produção Criativa - Bebê de Soares
Cenário, Figurino e Objetos de Cena - Cristina Milea
Música - Wiebe Gotink
Luz - Christoph Wedi
Produção - Teatro 4Garoupas e Dancando por um Futuro
Fotos - Oliver Streamer, Raido Bergstein e Donatas Bielkauskas
Vídeos - Lasse Melis e Michael Labuhn


Tengo una muñeca en el ropero (Tenho uma boneca no guarda-roupa)
Com o Grupo de Teatro Buenos Aires de la Universidad Popular de Belgrano (Argentina)
Data - 30 de setembro - quarta-feira
Horário - 10h
Duração - 60 minutos
Idioma - espanhol com legenda
Local - Centro Cultural Santo Amaro
Classificação - 14 anos

Julián tem que mudar seu guarda roupa, aquele que usava quando era pequeno e no qual muitos de seus tesouros e segredos (não tão secretos assim) estão guardados: a bola de futebol, a camiseta de basquete, as revistas do Batman, a Barbie que roubou de sua irmã e que para escondê-la teve que embrulhá-la em um casaco e deixar na prateleira mais alta, porque brincar com bonecas era algo proibido. Por intermédio dos objetos da sua infância que vai encontrando, Julián reconstrói os momentos de sua vida em que teve que enfrentar sua homossexualidade frente sua família e seus amigos.

Ficha técnica
Tengo una muñeca en el ropero
Direção - Carlos de Urquiza
Texto - María Inés Falconi
Elenco - Julián Sierra
Assistente de Direção - Elena Zago
Figurino - Endi Ruiz
Cenografia - Carlos Di Pasquo
Vídeo - Julián Carschenboim e Santiago Squadroni
Fotografia - Antú Martín


A Menina dos Olhos d’Água
Com o Coletivo Gompa
Data - 30 de setembro
Horário - 15h
Duração - 45 minutos
Haverá bate-papo após o espetáculo
Local - Teatro Paideia
Classificação - indicado para crianças a partir doa 6 anos

A Menina dos Olhos d’Água é uma produção do Coletivo Gompa, tendo parceiros do Brasil, Alemanha, Cuba e Chile. O espetáculo mistura teatro de formas animadas com teatro documentário multimídia para crianças, mostrando um trânsito entre imagens reais em cena, bonecos e vídeos. Parte de uma situação específica para falar sobre pertencimento, exílio, deslocamento, perda e superação.

Ficha técnica
A Menina dos Olhos d’Água
Direção - Camila Bauer
Concepção - Liane Venturella e Camila Bauer
Atuação e Manipulações - Liane Venturella
Dramaturgia do Movimento - Ceren Oran
Dramaturgia de Bonecos - Kenia Rodriguez e Dayane Deulofeu
Criação de Bonecos e Máscara - Pedro Girardello
Cenografia - Élcio Rossini
Criação de Miniaturas e Figurino - Liane Venturella
Desenho de Vídeo - Pablo Mois
Montagem de Vídeos - Raoni Ceccim
Trilha Sonora - Paola Kirst e Álvaro RosaCosta
Desenho de Luz - Ricardo Vivian
Operação de Luz - Henrique Strieder
Assistência Técnica - Thiago Ruffoni
Produção - Coletivo Gompa e Venturella Produções Ltda
Assistência de Produção - Rômulo Venturella
Realização - Coletivo Gompa
Assessoria de Imprensa - Léo Sant’Anna
Arte Gráfica - Jéssica Barbosa
Fotografia - Jéssica Barbosa, Laura Testa, Adriana Marchiori e Wallace Gonçalves
Financiamento - International Coproduction Fund Goethe-Institut e Iberescena


The Drop (Queda livre)
Com a D’haus Düsseldorfer Schauspielhaus (Alemanha)
Data - 30 de setembro e 01 de outubro
Horário - quarta, às 20h e quinta, às 10h
Duração - 90 minutos
Idioma - alemão com legenda
Local - Teatro Paulo Eiró
Classificação - 14 anos

Em The Drop, a música clássica e a cultura das boates se fundem em uma experiência envolvente: dois cantores e cantoras de ópera dividem o palco com atores e atrizes do Junges Schauspiel - acompanhados por batidas vibrantes, encontros comoventes e um cenário e figurino de grande impacto visual. Benny perdeu o controle na boate e agora está no hospital. Seus amigos se perguntam por que ele fez isso. Dois cantores de ópera, que eles encontram repetidamente - ora como enfermeiros, ora como garçons ou companheiros mágicos -, lhes dão a oportunidade de imaginar como seria se não houvesse pandemia: suas vidas teriam seguido o mesmo curso?

Ficha técnica
The Drop
Direção - Liesbeth Coltof
Dramaturgia - Lutz Hübner e Sarah Nemitz
Elenco - Ayla Pechtl, Caspar Hesprich (tenor), Cem Bingöl, Eva Maria Schindele, Felix Werner-Tutschku, Hannah Joe Huberty e Neele Jacobsen (mezzo-soprano)
Música - Matts Johan Leenders
Cenografia - Guus van Geffen
Figurino - Carly Everaert
Coreografia - Yeliz Pazar
Iluminação - Benjamin Grunwald
Dramaturgista - Kirstin Hess
Pedagogia Teatral - Patricia Pfisterer


Adivinhona
Com a Cia. Paideia de Teatro
Data - 01 de outubro - quinta-feira
Horário - 15h
Duração - 90 minutos
Idioma - português com legenda em inglês
Local - Teatro Paideia
Classificação - indicado para crianças a partir dos  8 anos

Uma mulher acorda certa manhã e percebe que cresceu demais, já não cabe em sua casinha. Acompanhada de um ovo que encontrou pelo caminho, e do qual cuida com afeto esperando o dia em que algo nascerá, decide sair pelo mundo em busca de um lugar onde seja feliz. Passa por diferentes paisagens, até ouvir de alguém: se eu fosse adivinho, estaria nas feiras, adivinhando e ganhando muito dinheiro. Com um pouco de esforço e muita malandragem, seus truques ganham fama até chegar aos ouvidos do Rei. Agora será levada ao palácio, onde precisará desvendar um grande mistério antes que seja tarde demais.

Ficha técnica
Adivinhona
Texto e Direção - Ana Luiza Junqueira
Direção Musical e Composições - Margot Lohn
Elenco - Guilherme Felinto, João Figueiredo, Luísa Crobelatti, Rogerio Modesto e Suzana Azevedo
Arranjos e Sonoplastia - Margot Lohn e Rogerio Modesto
Canções Originais - Margot Lohn
Musicistas - Margot Lohn e Rogerio Modesto
Figurino e Adereços - Clau Carmo
Costureira - Salete André
Confecção de Pintinho e Galo - Kazumi Kimura
Iluminação - Rogerio Modesto
Assistente de Iluminação - Guilherme Felinto
Projeção - Hans Marin
Cenografia - Ana Luiza Junqueira
Técnico de Som - Yuri Mercante
Operação de Luz e Projeção - Daniel Anacleto, Pedro Ramona e Viti Machado
Assistente de Produção - Raquel Souza
Arte Gráfica - Giovanna Guimarães
Fotografia - Alma Rosales
Assessoria de Imprensa - Adriana Balsanelli e Renato Fernandes
Realização - Cia. Paideia de Teatro e Instituto Mahle

Encerramento


Encerramento do 20º Festival Internacional Paideia
Com a Cia. Paideia de Teatro e Palhaça Manela (Paola Musatti)
Data - 01 de outubro - quinta-feira
Horário - 18h30
Local - Teatro Paideia
Classificação - livre

O encerramento do festival contará com uma grande celebração. Estarão presentes os principais parceiros ao longo dessas duas décadas. "Atravessamos mares, criamos espetáculos juntos, descobrimos e nos redescobrimos no olhar de outros artistas, percebemos que a infância e a juventude não são as mesmas nem no tempo, nem no espaço. E a palhaça Manela fará sua tradicional performance, celebrando, mais uma vez, o acaso e a imperfeição, nos lembrando que é no descompasso que nasce a graça", comenta a Cia. Paideia de Teatro.

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