Comemore o Dia Nacional do Livro lendo super clássicos


O Dia Nacional do livro, comemorado em 29 de outubro, celebra uma das invenções mais incríveis da humanidade: a criação das obras literárias. A escolha da data é em homenagem ao dia em que foi fundada a Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, onde a Coroa Portuguesa acomodou seu acervo literário da Real Biblioteca Portuguesa em 1810.

Sem dúvida, os livros abrem portas para um mundo inteiramente novo, repleto de conhecimentos, aprendizagens e novas ideias. Cada obra possui unicidade, elas sempre carregam consigo percepções singulares e lições importantíssimas sobre a vida. A literatura é fundamental no cotidiano de cada um e, por isso, separamos três clássicos da literatura nacional, do selo ViaLeitura do Grupo Editoral Edipro, que você precisa ler para expandir sua visão sobre a sociedade como um todo. Confira:

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis


Esse clássico, relançado pela ViaLeitura, com certeza muda a percepção de mundo das pessoas. Longe de beirar o senso comum, a obra leva o leitor a enxergar, com um olhar crítico, a sociedade, a política, o contexto social e os costumes. Com uma narrativa cheia de ironias, Memórias Póstumas de Brás Cubas, é o primeiro livro com narrador-defunto - ou defunto narrador como Brás costuma dizer. O protagonista morto reflete o seu sentimento de indignação em relação à classe dominante no cenário brasileiro da época. Para saber mais clique aqui

O Triste fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto


Um dos romances mais conhecidos do pré-modernismo brasileiro, apresenta ao leitor a história de Policarpo, um patriota que enxerga o país como um lugar maravilhoso, onde não falta nada - um Brasil ideal. Nele é possível ver a sátira sem compaixão, mas bem-humorada de sua sociedade burguesa, que se preocupava apenas com seus interesses, da era do governo de Marechal Floriano Peixoto. Sem dúvida, essa obra é um protesto à classe média da época. Para saber mais clique aqui

Lucíola - José de Alencar


Publicado em 1862, Lucíola faz objeções à capital do Império do Brasil, o Rio de Janeiro. Nessa obra bem elaborada, com narrativa cativante em formato de carta, apresenta aos leitores a história de Paulo, um dos homens que aspira essa ascensão aristocrata e da cortesã Lúcia, que é atraída pelo novo rapaz que é o único que consegue enxerga-la além das aparências e dos preconceitos da elite carioca. Jose de Alencar, retrata fielmente a sociedade da época, que era movida principalmente pelo dinheiro e status que lhe davam poder aquisitivos. Essa obra é essencial para quem quer se aprofundar no conflito entre o indivíduo e a comunidade burguesa. Para saber mais clique aqui

Fica a Dica!!

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