É Tudo Verdade classifica Longas Doc para o Oscar



O É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários acaba de ser selecionado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood como evento classificatório para o Oscar de documentário de longa-metragem. 

O festival, criado pelo crítico Amir Labaki em 1996, faz parte da lista inaugural de 28 eventos convidados pela primeira vez pela Academia para qualificar automaticamente para a disputa do Oscar longas não-ficcionais neles vencedores. Entre eles, encontram-se festivais específicos do formato como IDFA (Amsterdã), Hot Docs (Canadá), Leipzig (Alemanha) e Yamagata (Japão) e premiações especiais para documentários de festivais como Cannes (França) e Berlim (Alemanha).

“Primeiro foram os curtas-metragens, agora os longas. Este novo convite representa outra grande honra e mais uma enorme responsabilidade”, afirma o fundador e diretor do É Tudo Verdade, Amir Labaki. “É um reconhecimento tanto de quase um quarto de século de trabalho do festival quanto da vitalidade contemporânea da produção não-ficcional brasileira. Agradeço imensamente à Academia”.

Os vencedores das competições de longas-metragens internacionais e brasileiros já da edição 2018 do festival estão classificados automaticamente para inscreverem-se visando à disputa. Foram eles “O Distante Latido dos Cães”, do dinamarquês Simon LerengWilmont, e “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho.

Desde 2015 o É Tudo Verdade qualifica diretamente também os vencedores de suas competições brasileira e internacional de curtas-metragens para concorrer ao Oscar de melhor curta não-ficcional. Os vitoriosos neste ano foram “Nome de Batismo - Alice”, de Tila Chitunda, e “Ressonâncias”, do libanês Nicolas Khoury.

As inscrições para a 24ª edição do É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários serão abertas em setembro próximo.


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