Brasileiras se unem no esforço de combater abuso sexual e violência contra menores de Luanda

Foto - Divulgação

Profissionais do projeto “Garotas Brilhantes” trabalharão com meninas entre 14 e 17 anos

Seis brasileiras do projeto “Garotas Brilhantes” embarcam na próxima segunda-feira, 02 de julho, para Luanda, capital de Angola, para levarem a 70 meninas de 14 e 17 anos uma experiência de empoderamento e melhoria da autoestima. Durante dez dias, duas educadoras voluntárias, duas psicólogas, uma médica e uma gestora social irão se dedicar a plantar uma semente de incentivo na comunidade que enfrenta situação de alta vulnerabilidade social. “Ao compartilharmos a nossa vivência no Brasil, queremos demonstrar que elas podem realizar algo semelhante”, explica a coordenadora do projeto, Neusa Ferraz.

A ação acontece na escola de profissionalização de mulheres da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais - ADRA. Serão realizadas atividades socioeducativas, de acolhimento, orientações de saúde e bem-estar e visitas domiciliares. Para fomentar o empreendedorismo, as brasileiras realizarão palestras, rodas de conversa, dinâmicas e oficinas de artesanato. Na mala, as profissionais levarão 250 livros para doação e mais de mil peças de vestuário, brinquedos e produtos de higiene pessoal.

O projeto “Garotas Brilhantes” surgiu em 2014, em São José do Rio Preto (SP), com o objetivo de oferecer às adolescentes alternativas para desenvolver suas habilidades, potencialidades e autoestima, o que trouxe resultados positivos em comportamento e para aprendizagem. Em 2017, o projeto foi um dos 96 semifinalistas da 12ª edição do Prêmio Itaú-Unicef, realizado pelo Itaú Social e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

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