Luz, Câmera, Ação!

Reprodução da capa do livro A história do cinema para quem tem pressa de Celso Sabadin

A Sétima Arte é o tema do sexto título da coleção best-seller Para quem tem pressa, com mais de 400 mil exemplares vendidos. Em 200 páginas de A História do Cinema para quem tem pressa, o leitor conhecerá os Inventores e os Pioneiros do cinema (como Thomas Edison e Os Irmãos Lumière), o nascimento e o fim dos Grandes Estúdios nos EUA, os reflexos no cinema a partir das Primeira e Segunda Guerras Mundiais, os Expressionismos Alemão e Francês, o impacto das produções com som e o surgimento da TV, o Neorrealismo Italiano e a Nouvelle Vague, o início e as fases do Cinema Brasileiro, Animações e Contracultura, por exemplo. O livro reúne fotos históricas e destina-se a leigos, pesquisadores e estudantes, em linguagem acessível.


“Como se trata de uma história longa e repleta de versões, a ideia aqui é criar no leitor o estímulo para leituras mais aprofundadas e mais ramificadas. Informar, instigar, provocar e abrir novas janelas para o conhecimento do audiovisual estão entre os principais objetivos desta obra, um livro que não tem a pretensão de esgotar nem o tema (por si só inesgotável), nem a paciência do leitor mergulhado nessa louca contemporaneidade que já é, por si só, apressada´´, define o autor Celso Sabadin, sócio-fundador da Abraccine  - Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Conheça alguns fatos marcantes levantados por Celso Sabadin em A História do Cinema para quem tem pressa:


Dizem as enciclopédias que o cinema foi inventado pelos Irmãos Lumière, em 28 de dezembro de 1895, mas não é possível determinar um dia exato e uma única paternidade para a invenção.

Em função do Kinetoscope, os norte-americanos consideram Thomas Edison o inventor do cinema. Contudo, historiadores do restante do planeta afirmam que o Kinetoscope não foi o marco inicial da atividade cinematográfica.

O cinema se espalhou com muita rapidez pelo planeta: África do Sul, Brasil, Argentina, México, China, Austrália, Guatemala e Egito em 1896; Cuba, Peru, Tailândia e Japão em 1897; Indonésia, Senegal e Coreia em 1900.

Surgiu, em 1915, o filme considerado um dos grandes clássicos do cinema norte-americano: O Nascimento de uma Nação. Épico de duas horas e meia com qualidade jamais vista nos EUA.

A obra que inaugurou e é um dos mais importantes símbolos do Expressionismo Alemão no cinema é O Gabinete do Dr. Caligari (1919), de Robert Wiene.

A introdução do som é considerada a maior revolução da história da Sétima Arte em todos os tempos, em todas as épocas.

O complexo de estúdios cinematográficos brasileiro Vera Cruz nasceu grande e produziu filmes de alta qualidade em padrão hollywoodiano, que conquistaram premiações internacionais.

Em 1954, Nelson Pereira dos Santos levou sua câmera para os morros cariocas e encantou as plateias comRio 40 Graus, marco inaugural do Cinema Novo. Em 1963, adaptou para as telas o clássico da literatura nacional Vidas Secas, de Graciliano Ramos, selecionado para a competição oficial de Cannes. Em 1964, o representante brasileiro no festivalfoiDeus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha. Ruy Guerra foi premiado em Berlim porOs Fuzis.

É possível dividir a Nova Hollywood em duas fases:

A primeira, compostapordiretoresnascidosnosanos 1930: Peter Bogdanovich, Francis Ford Coppola, Warren Beatty, Stanley Kubrick, Dennis Hopper, Mike Nichols, Woody Allen, Bob Fosse, Robert Benton, Arthur Penn, John Cassavetes, Alan Pakula, Paul Mazursky, Bob Rafelson, Hal Ashby, William Friedkin, Robert Altman e Richard Lester.

A segunda fase traz talentos quase todos nascidos após a Segunda Guerra Mundial: Martin Scorsese, John Milius, Paul Schrader, Brian De Palma, Terrence Malick, Steven Spielberg e George Lucas.

Já nos primeiros filmes da história do cinema, ainda no final do século 19, é possível constatar rudimentos de animação cinematográfica, como stop motion.

Em 1937, a Disney lançou Branca de Neve e os Sete Anões, primeiro longa sonoro de animação, aposta milionária que desafiou o pensamento de que o público infantil não teria a concentração suficiente para ver um longa no cinema.

Com 1,4 bilhão de habitantes (2017), a China fechou 2017 como o segundo maior vendedor de ingressos de cinema do planeta, faturando 8,6 bilhões de dólares, número inferior apenas aos 10,9 bilhões dos EUA. Em 2016, a China passou a ter a maior quantidade de salas de cinema do mundo.

Carlota Joaquina: Princesa do Brazil, dirigido por Carla Camurati em 1995, inicia a Retomada do Cinema Brasileiro. Levou mais de um milhão de pessoas aos cinemas e abriu caminho para produções que conquistaram público e prêmios internacionais.

Sobre o autor

Celso Sabadin é mestre em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi, graduado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, e em Publicidade e Propaganda pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). É crítico de cinema, professor, curador e escritor. Autor dos livros Vocês Ainda Não Ouviram Nada – A Barulhenta História do Cinema Mudo (1997/2000),Éramos Apenas Paulistas (2009) e O Cinema como Ofício (2010). Roteirizou e dirigiu o longa Mazzaropi (2013) e roteirizou o curta Nem Isso (2015), da obra de Luis Fernando Verissimo.Corroteirizou o longa documental Badi Assad (2018).

Sobre a Editora

Localizada no Rio de Janeiro, a Editora Valentina mantém seu compromisso de publicar literatura de entretenimento e obras de referência aclamadas em prêmios e principais veículos de imprensa internacionais. O perfil editorial é voltado a romances que abordem a juventude contemporânea e ganhem vida fora do livro, além de temas como urbanfantasy, distopia, paranormal, femininos, thriller, chicklit, pets, religiosidade, biografia, bem-estar, steampunk.

Ficha técnica
A História do Cinema para quem tem pressa
Autor - 
Celso Sabadin
Editora - Valentina
Tiragem - 20.000
1ª edição - 2018.
Páginas - 200
Preço - R$ 34,90 (impresso) e 
 R$ 26,90 ( ebook)

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