Só para mulheres: Paraíso Feminino

 Durante muitos anos as mulheres que eram consideradas "fora dos padrões", ficavam sem boas opções para se vestir, seja por não possuir um corpo esguio, ou por simplesmente se recusar a ser mais uma a usar a trend do momento. 


Mulheres que curtem estilo Boho
Foto - Divulgação

Aceitação e inclusão são termos que representam uma revolução que ganhou força nos últimos anos e se consolidou como pauta para inúmeras discussões e causando uma forte mudança no comportamento social. Por meio da moda, as mulheres estão provando que a busca e a imposição de padrões estão sendo, cada vez mais, substituídos pela diversidade.
O Paraíso Feminino tem investido cada vez mais na variedade de lojas indexadas ao buscador. 

"Nosso intuito é fazer com que as mulheres encontrem todos os tipos de produtos para todos os estilos, plus size, genderless, sexy, esportiva, romântica etc. Desta forma ela pode se vestir da maneira que quiser, criando seu próprio estilo e tendência", afirma a criadora do site, Rachel Toyama.

Mulheres que gostam de um look mais rocker... 
Foto - Divulgação
"A cena fashion tem sido reestruturada com a democratização da moda e diversas marcas têm voltado seus olhos para esta nova realidade. Com mais de 350 mil produtos e mais de 3 mil marcas o Paraíso Feminino visa apoiar o movimento de auto aceitação e autoestima fazendo com que as mulheres encontrem exatamente o produto que irá permitir que ela expresse quem ela é de verdade." Afirma Declara Rachel que é personal stylist e consultora de imagem.



Entre as lojas que podem ser encontradas no buscador estão Dafiti, Farfetch, Carmen Steffens, Arezzo, Amaro, Poshtaus, Passarela, Marcyn, Fiever, Anacapri, Anita, Schutz, Ray-Ban, Lancôme, Chanel, Louis Vuitton e, mais recentemente Colcci e Morena Rosa."Estamos sempre em busca de ótimas lojas para garantir variedade e o maior número possível de opções em cada categoria”, enfatiza a gestora, que finaliza: “O Paraíso Feminino não realiza venda de nenhum produto, mas faz a interligação entre as consumidoras e as lojas virtuais".

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