Bruno Barreto e a atriz Glória Pires apresentam o longa-metragem ‘FLORES RARAS’ na abertura do Festival de Gramado.

Flores Raras, novo filme de Bruno Barreto (‘Dona Flor e seus Dois Maridos’), abrirá o 41º Festival de Gramado, que acontece de 09 a 17 de agosto, com a presença do diretor, da atriz Glória Pires e dos produtores Lucy e Luiz Carlos Barreto. A estreia nacional será no dia 16 de agosto.
 
O longa teve suas primeiras exibições na Sessão Panorama do 63º Festival de Berlim, no último mês de fevereiro, além de ter sido selecionado para o tradicional Festival de Tribeca, em Nova York. Em suas exibições no festival alemão, Flores Raras teve recepção entusiasmada do público em todas as sessões, e foi um dos filmes mais aplaudidos do evento esse ano. Na votação realizada com mais de 30 mil pessoas, Flores Raras obteve a segunda maior nota entre os 58 filmes da Sessão Panorama.

O filme, 19º longa de Bruno Barreto e estrelado por Glória Pires e Miranda Otto, recria o Rio de Janeiro nas décadas de 50 e 60 do século passado para acompanhar a real história de amor entre a poeta norte-americana Elisabeth Bishop e a “arquiteta” carioca Lota de Macedo Soares.

Elisabeth Bishop, emocionalmente frágil, alcoólatra e que passava a vida em viagens, sem família e residência fixa, torna-se cada vez mais forte à medida que sofre diversas perdas em sua vida. Lota de Macedo Soares, otimista, auto-confiante e empreendedora, torna-se cada vez mais fraca quando vê ameaçado o grande amor de sua vida e o controle de seu maior projeto, o Parque do Flamengo.

Serviço
FLORES RARAS (Reaching For Thr Moon)
Brasil, 2013. 118 min. Drama
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Matthew Chapman e Julie Sayres baseado em um roteiro de Carolina Kotscho
Produção: Lucy Barreto, Paula Barreto
Fotografia: Mauro Pinheiro Jr
Montagem: Letícia Giffoni
Música original: Marcelo Zarvos
Produtora: LC Barreto, Globo Filmes, Telecine, Globosat e Teleimage
Distribuição: Imagem Filmes
Elenco: Glória Pires, Miranda Otto, Tracy Middendorf, Treat Williams, Marcello Airoldi e Lola Kirke.

Comentários