A insustentável dureza da realidade

“Tudo era apenas uma brincadeira e foi crescendo, crescendo me absorvendo”...
reprodução essas&outras

Já de antemão peço desculpas ao compositor Peninha, por fazer a analogia entre a sua canção “Era uma brincadeira” com a escalada no consumo ou dependência de drogas lícitas ou ilícitas.
Infelizmente a coisa começa assim, numa brincadeira.

O assunto ganha as principais manchetes, vira assunto de bate papo e discussões via internet, quando uma celebridade perece diante desse monstro incontrolável: drogas.
Triste ver um talento inquestionável como o de Amy Winehouse, sem entrar no mérito de sua polêmica personalidade, ter um ponto final tão melancólico.

No passado, recente ou não, outros tiveram o mesmo fim como Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison e Jimi Hendrix, a maioria não chegou a completar 30 anos de vida.

Isso sem contar os milhares de jovens anônimos que, independente de classe social, diariamente caem diante desse mal ou monstro, sei lá como definir isso e precocemente encurtam suas carreiras e vidas.

Acredito que o maior problema de todos é ainda o pensamento de que esse tipo de situação só acontece na casa do vizinho, com os fracos de personalidade ou com os famosos.    

Doce ilusão, ninguém está livre disso, da dependência e suas consequências. Frases ditas após um grande porre ou quando alguém atenta para o fato, frases perigosas como “Paro quando quiser” ou “Nunca mais”, valem como alerta.

Campanhas de conscientização são lançadas, ONGs criadas, mas o inimigo é poderoso!
Vidas, famílias e sociedade destruídas esse é o preço da brincadeira.


Para saber mais acesse:
www.drogamata.com.br 
www.na.org.br

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