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| Foto - Divulgação |
Hoje, dia 26 de março, é celebrado o Dia do Cacau, símbolo afetivo da culinária nacional e do jeitinho brasileiro, o brigadeiro acaba de ganhar protagonismo na temporada de Páscoa do Café Cultura. Mais do que uma sobremesa, o doce carrega história, tradição e sabor de infância. Presente até os dias atuais em praticamente todas as festas de aniversário de norte a sul do país, atravessou gerações e se tornou parte do imaginário gastronômico de várias gerações.
“Quando pensamos na campanha de Páscoa, queríamos trazer algo que remetesse à brasilidade, tradição e infância. Imediatamente, veio à mente o brigadeiro; um doce que é um patrimônio cultural nosso. Somado a isso, o brigadeiro carrega uma memória afetiva, já que não há nada mais gostoso do que as lembranças de infância, do carinho da avó, do abraço de mãe e de estar entre os seus, seja na Páscoa ou em uma festa de aniversário”, diz Luciana Melo, CEO e sócia fundadora do Café Cultura.
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| Foto - Divulgação |
A marca fez uma releitura desse clássico em novas versões: o Frappé Brigadeiro, bebida gelada que mistura café e chocolate (R$ 28,00 lojas e R$ 34,00 iFood); o divertido Brigadeiro Coelhinho (R$ 10,00 lojas e R$ 12,00 iFood), pensado para celebrar o clima da data; e o Brigadeiro Roll (R$ 26,00 e R$ 32,00 iFood), que leva o doce para o universo da confeitaria. “Cada uma das nossas versões ganhou orelhinhas de coelho, símbolo máximo da Páscoa, e que dão aquele toque divertido, que remetem à infância, e ainda oferecem um verdadeiro convite para saborear”, completa Luciana.
Um doce tipicamente brasileiro coberto de história
Durante e após a Segunda Guerra Mundial, a escassez de ingredientes como leite fresco e ovos levou muitas receitas a se adaptarem. Nesse contexto, o leite condensado, que já circulava no Brasil desde o final do século XIX, passou a ser um ingrediente-chave na confeitaria por ser prático e ter longa conservação. Com a popularização do chocolate em pó, a combinação dos dois ingredientes deu origem ao doce que conquistaria o país.
O nome brigadeiro surgiu na década de 1940, ligado à campanha presidencial de Eduardo Gomes, então brigadeiro - e atual patrono - da Aeronáutica. Foi Heloísa Nabuco de Oliveira, proveniente de uma tradicional família carioca, que apoiava Eduardo Gomes, quem juntou os ingredientes, mais manteiga e açúcar, e encheu os eventos para arrecadação de fundos para a campanha do aviador o “doce do brigadeiro”. Apesar do slogan “Vote no brigadeiro, que é bonito e solteiro”, Gomes não venceu as eleições, mas foi um dos responsáveis por eternizar um doce no paladar e na memória do brasileiro.


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